Home Data de criação : 10/01/24 Última atualização : 11/12/14 07:19 / 128 Artigos publicados

FAMOSAS LÉSBICAS

CÁSSIA ELLER  (FAMOSAS LÉSBICAS) escrito em segunda 22 fevereiro 2010 21:41

 

Sim, a cantora Cássia Eller era lésbica assumida. A cantora teve um relacionamento com a sua percussionista, a Lan Lan, durante um bom tempo. Na época da morte da cantora, Cássia Eller morava junto com Eugênia, com quem tinha um filho. Isso prova que sexualidade não influencia nas capacidades de uma pessoa. Cássia Eller era lésbica e mesmo assim tinha um talento incrível.

permalink

Confira a capa da edição da Revista Veja com Ana Carolina  (FAMOSAS LÉSBICAS) escrito em segunda 22 fevereiro 2010 21:47

 

Ana Carolina é uma das bissexuais mais famosas no Brasil. Tempos atrás, a cantora assumiu sua sexualidade na capa da Revista Veja. Numa reportagem da Folha Ilustrada, uma fã disse acreditar que 90% das fãs de Ana Carolina são lésbicas. Sendo assim, não poderíamos deixar de fazer uma seleção de fotos da cantora Ana Carolina.

permalink

SOBRE O AMOR LÉSBICO  (FAMOSAS LÉSBICAS) escrito em sexta 26 fevereiro 2010 17:18

Muito se tem discutido sobre o homossexualismo masculino, o que não é de se estranhar, já que nossa civilização é fundamentada no pensamento socrático-platônico e no cristianismo, que nada mais são do que a negação da mulher como deusa, já que Apolo e Jesus venceram Dionísio e Afrodite, consolidando o império masculino e patriarcal. Ocorre que, negando-se a mulher chega-se a uma situação limite, que é a baitolagem institucionalizada que vemos entre acadêmicos e sacerdotes virados, digo, voltados justamente para o pensamento greco-cristão. Em suma, é aquilo que vemos ocorrer nos cursos de filosofia e teologia que insistem em existir de forma autônoma nas instituições de ensino superior e seminários religiosos, quando poderiam muito bem se unir aos milhares de cursos no estilo jardinagem, casa e cia., corte e costura, etc., abrindo caminho àquilo que realmente interessa, ou seja, os cursos que formarão cidadãos conscientes no plano científico, social e político, a exemplo do Direito, Medicina, Sociologia, Física, Pedagogia, Administração e demais cursos úteis e necessários ao progresso humano. Deste modo, urge citar aqui o chamado homossexualismo feminino, ou lesbianismo, que tomou este nome de sua cidadela de origem, a ilha de Lesbos na Antiga Grécia e que era respeitado na civilização grega antes dos estúpidos boiolas socráticos (futuramente batizados pelos hipócritas cristãos) assumirem o comando. Dentre as praticantes e divulgadoras desta forma legítima de amor encontramos a reitora Safo, escritora cujos escritos eram sabidos de forma decorada pelos cidadãos cultos da época dionisíaca anterior ao enfadonho Apolo. Em nenhum momento o lesbianismo da época era uma negação da relação sexual entre mulheres e homens, mas apenas a afirmação da mulher como fonte e receptáculo de prazer. Nesta situação, a mulher era vista como sacerdotisa e deusa, devendo o homem lhes prestar as devidas homenagens. Ora, quem entende o corpo da mulher senão a própria mulher? Daí a iniciação praticada na academia de Lesbos. Estes ensinamentos úteis e necessários poderiam muito bem ser passados aos homens, que agiriam de forma ativa e passiva, aprendendo como fazer a mulher chegar ao prazer. E colocando (e muito bem) este aprendizado na prática. Infelizmente ainda impera o machismo socrático-platônico-cristão que concede gentilmente total enfoque ao mundo gay, sendo que mundo gay deve ser aqui entendido (no sentido de entender) como o universo do homossexualismo masculino, mas impede a visibilidade lésbica. Ora, como dissemos, a deusa Afrodite, adorada pelo deus Dionísio, foi substituída na época socrática pelo nauseante Apolo, que encontrou um similar no cruel Jesus do cristianismo pós-Jesus. Lembremos que Afrodite foi amante de Ares, o deus da guerra, e que suavizava os efeitos desta prática tão temida e necessária, humanizando-a com seu poder feminino. A partir da queda de Afrodite, as guerras se tornaram mais desumanas, culminando com as guerras pós-modernas que deixam de lado o combate corpo a corpo para se valerem de aparatos tecnológicos a maioria das vezes traiçoeiros. Para se evitar tudo isto, é necessário se debruçar (e muito) sobre a forma de amor que faz da mulher aquilo que ela realmente é: deusa, fonte e transmissora de prazer, a quem se devem render homenagens. E homenagens sérias, sem partir para a artificialidade do estilo viagra ou prótese peniana que parecem reações ao corpo, toque ou ruído da mulher, mas que na verdade é uma reação química ou física independente do desejo.

permalink

Mulheres Malditas( Por Marcos Antonio de Menezes )  (FAMOSAS LÉSBICAS) escrito em sexta 26 fevereiro 2010 17:23

 

O Prof. Dr. Marcos Antonio de Menezes dá a conhecer uma faceta interessante de Baudelaire, explorando a forma como as mulheres e o amor lésbico são tratados em poemas de grande intensidade... e muito ousados, para a sua época. Em outubro de 1845, Charles Baudelaire anuncia o lançamento de um livro de poesia lírica intitulado "Les Lesbiennes". O anúncio fora feito na capa de "L’Agiotage", sátira de Pierre Dupont, considerado o artista dos trabalhadores e da oposição, de quem fala Baudelaire em seu "Salão" de 1846. O livro apresentava poemas cujo tema era o amor entre duas mulheres, o que representava um escândalo aos olhos dos contemporâneos do poeta. Em 20 de agosto de 1857, o poeta é condenado pela 6ª Vara Correcional a pagar 300 francos de multa e retirar do livro, já com o titulo de "As Flores do Mal", seis poemas, entre eles os que tratavam do tema do amor lésbico. No século XIX, com o crescimento industrial, inicia-se a inclusão da mulher no mundo da fábrica, no processo de produção de mercadorias. No campo, as mulheres trabalhavam com pás e enxadões; na cidade vão buscar formas de trabalho que preserve o aprendizado rural. Nos anos de 1830, com as frentes de trabalho abertas por Luiz Felipe, rei que governa a França de 1830 a 1848 e foi deposto com a Revolução de 1848 que instala a Segunda República, para empregar os milhares de desocupados e conter, assim, a onda de revoltas populares, as mulheres vão se empregar nos serviços de terraplanagem da capital francesa. Em algumas oficinas elas constituíam metade dos empregados e executavam serviços análogos aos dos homens, o que acabou dando-lhes traços masculinos, “enfeando-as”. Até mesmo a participação nas lutas políticas, comuns na França do século XIX, poderia favorecer o aparecimento de traços masculinos em algumas mulheres. O movimento das "vésuviènes" é uma demonstração de como as mulheres estavam dispostas a participar da vida política e social do país, embora isto pudesse causar uma possível perda de feminilidade. Durante a Revolução de Fevereiro de 1848, um batalhão formado por mulheres se apresentou às barricadas para a luta contra a monarquia. Elas se chamavam "vésuviènes" para afirmarem que cada mulher membro do batalhão era um vulcão revolucionário. (Sobre este episódio pode ser consultada a obra: "Paris sous la République de 1848". Exposition de la Bibliothèque et des travaux historiques de la Ville de Paris. Paris, 1909.) Dois teóricos do social, Saint-Simon e Fourier, dos quais Baudelaire deve ter lido algumas obras, usavam esta argumentação na sua militância em favor da igualdade entre homens e mulheres. Era visível nestes teóricos o culto ao ideal de androginia. Ao "saint-simonismo", que, em seu culto quimérico, empregou com freqüência a idéia de androginia, é creditada, no século XIX, a defesa da igualdade entre homens e mulheres. Neste movimento é clara a defesa de uma sociedade andrógina. Na literatura, também, era recorrente o tema do amor homossexual feminino. Balzac já havia escrito "A Menina dos Olhos de Ouro", Gautier "Senhorita Maupin",H. de Latouche "A Fragoletta", só para citar contemporâneos de Baudelaire que já haviam cantado e decantado a musa viril. A tradição de se falar, em literatura, do tema do amor lésbico, remonta na França, ao século XVIII. Baudelaire, em seu trabalho como crítico, faz referência ao aparecimento nas artes de personagens femininas com traços másculos. Nos referimos à heroína de Flaubert, "Madame Bovary", e aos retratos de mulheres de seu pintor predileto, Eugène Delacroix. Na crítica que escreve sobre a obra prima de Gustave Flaubert, Baudelaire enumera vários traços de masculinidade da heroína Bovary. Quanto ao personagem íntimo, profundo, da história, incontestavelmente é a mulher adúltera; só ela, a vítima desonrada, possui todas as graças do herói. Eu dizia há pouco que ela era quase macho e que o autor a tinha ornado (inconscientemente talvez ) com todas as qualidades viris. (BAUDELAIRE:1992, p.50-51). Sobre a obra pictórica de Delacroix escreve: “Delacroix me parece o artista mais bem dotado para exprimir a mulher moderna, sobretudo em sua manifestação heróica, no sentido demoníaco ou divino”. (BAUDELAIRE: 1995, p. 785). Estes pequenos fragmentos parecem conter as pistas para sabermos como Baudelaire via a mulher lésbica. Ela é a “mulher moderna”, especialmente capaz de atitudes heróicas. A modernidade vivida pelo poeta é aquela que transforma todas as pessoas em serviçais da nova classe agora no poder, a burguesia, que faz da mulher apenas uma mercadoria do prazer sexual. Segundo Walter Benjamin, “a lésbica é a heroína da modernité. Fio condutor da eroticidade em Baudelaire - essa mulher que fala da dureza e da masculinidade -, ela foi penetrada por um temário histórico: o da grandeza no mundo antigo”. (KOTHE : 1991, p. 113). Esta “heroína” de traços másculos é a conduta desviante em uma sociedade burguesa, que não tem pudores nos negócios, mas prega a moral e os bons modos e costumes em sociedade. Como oposição a tal sociedade, o poeta “escandaloso” denuncia não só a utilização da mão-de-obra feminina na nascente fábrica capitalista, mas todo o desrespeito aos trabalhadores em geral. Com isto, concorda o professor Dolf Oehler que, em sua obra sobre Baudelaire, afirma: "Dos poemas sobre as lésbicas que chegaram a nós, deduz-se que tal livro de poemas foi concebido como um grande arrazoado da revolução sexual e uma rejeição da falocracia, contendo longas passagens hínico-utópicas sobre as alegrias do homoerotismo e do erotismo sem finalidade, bem como impressionantes ataques satíricos à triste realidade burguesa. (OEHLER: 1997, p. 247). No livro sobre as lésbicas que tem, desde 1857, o título "As Flores do Mal", apenas três poemas tratam do tema. Vejamos em um deles, "Lesbos", como Baudelaire apresenta a homossexualidade feminina: "Lesbos, onde as Frenéas uma à outra esperam, Onde jamais ficou sem eco um só queixume, Tal como a Pafos as estrelas te veneram, E Safo a Vênus, com razão, inspirou ciúme! Lesbos, onde as Frinéias um à outra esperam, Lesbos, terra das quentes noites voluptuosas, Onde, diante do espelho, ó volúpia maldita! Donzelas de ermo olhar, dos corpos amorosas, Roçam de leve o tenro pomo que as excita; Lesbos, terra das quentes noites voluptuosas. (Lesbos. v, 11-20.) O poema faz apologia ao amor lésbico, apesar de apresentá-lo numa ilha, lugar fora da sociedade. Neste espaço reservado ao amor homossexual feminino, há trocas de carícias e choro pela morte da amiga Safo, que partiu em busca do amor heterossexual: Para saber se a onda do mar é meiga e boa, E entre os soluços, retinado no rochedo Enfim trará de volta a Lesbos, que perdoa O cadáver de Safo, a que partiu tão cedo, Para saber se a onda do mar é meiga e boa! (Lesbos. v,. 50-55.) De Safo que morreu ao blasfemar um dia, quando, trocando o rito e o culto por luxúria, Seu belo corpo ofereceu como iguaria A um bruto cujo atormentou a injúria Daquela que morreu ao blasfemar um dia. (Lesbos. V.66-70.) Há, no poema, um forte clamor por justiça, que lembra o quanto à sociedade burguesa é injusta bem como a incapacidade de amar da classe dominante. De que valem as leis do que é justo ou injusto? Virgens de alma sutil, do Egeu orgulho eterno, O vosso credo, assim como os demais, é augusto, E o amor rirá tanto do Céu quanto do Inferno! De que valem as leis do que é justo ou injusto? (Lesbos. V. 36-40.) “O poema é um hino ao amor lésbico”, afirma Benjamin que alerta para o facto deste poema representar uma oposição ao outro, "Femmes Damnées- Delphine et Hippolyte", que seria uma condenação de tal conduta amorosa.Na poesia de Baudelaire há uma série de factos importantes e até mesmo evidentes que passaram despercebidos. Um deles é a orientação antitética dos dois poemas lésbicos que, em "Les Épaves", se seguem um ao outro: "Lesbos" é um hino ao amor lésbico; "Delphine et Hippolyte", ao contrário, é uma condenação, ainda que a tremer de medo, dessa paixão." Se nos ativermos à leitura deste longo poema, "Femmes Damnées - Delphine et Hippolyte", seremos levados a meditar em que medida é exacta a afirmativa de Benjamin. Não vemos na poesia o autor como juiz. Antes nos parece o encontro de vários pontos de vista. O poema é um diálogo amoroso entre duas mulheres, um elogio ao idílico. "À tíbia luz das lamparinas voluptuosas, Sobre sensuais coxias impregnadas de essência, Sonhava Hipólita as carícias poderosas Que lhe erguiam o véu da púbere inocência.” (Femmes Damnées - Delphine et Hippolyte. V. 01-04.) Só nas estrofes finais a condenação do amor delas é feita pelo sujeito poético. A dramaticidade da cena tende a encobrir o acto condenatório. O que é um momento do discurso e não a sua conclusão. "Longe dos vivos, erradias, condenadas, Correi rumo ao deserto e ali uivai a sós; Cumpri vosso destino, almas desordenadas, E fugi do inferno que trazeis em vós!”<7i> (Femmes Damnées - Delphine et Hippolyte. V. 100-104.) Segundo Dolf Oehler, ao transformar as quatro últimas estrofes em uma quase condenação do amor lésbico, Baudelaire tentava driblar a censura. O que teria sido em vão, pois o poema, como os outros dois sobre amor homossexual feminino, foi proibido e não circulou na primeira edição de "Les Fleurs du Mal". Para ele, já no poema "Lesbos", o primeiro da série, pode ser lido uma crítica radical à política da burguesia. Em "Les Fleurs du Mal" e no Salão, basta Baudelaire manter uma distância hipócrita - irónica, dos "raisonnements de l’ignorance et la fureur" para alcançar seus objectivos em textos politicamente radicais (...). (ORHLER: 1997, p. 248-249). Este segundo poema, portanto, não nos parece negativo quanto ao amor lésbico e ainda devemos levar em consideração o facto de que a simples publicação de poemas que tratem do tema homossexual não deixa de ser uma intervenção na esfera do público. Colocar em evidência, em discussão, um assunto do qual todos têm conhecimento, mas que é tratado de forma velada, é, por si, uma contribuição relevante. "Meus beijos são sutis como asas erradias Que afagam pela tarde os lagos transparentes, Mas os de teu amante hão de escavar estrias Como as carroças e os arados inclementes;” Femmes Damnées- Delphine et Hippolyte. V. 29-32. Aqui a fala é de Delphine à sua amada, Hippolyte, que, perdida em sonhos, olha o mar como quem espera a volta de um marujo. A amante chama-a à realidade, lembrando que o amor tranquilo que ela lhe oferece não teria lugar no amor heterossexual. No amor lésbico, confiança, intimidade, delicadeza, dedicação, paixão e volúpia, na relação sexual burguesa, insensibilidade, egoísmo, brutalidade, violência, terror e barbarismo. (OEHLER: 1997, p. 248). O poeta foi alguém bastante preocupado com as mudanças que ocorriam a sua volta e não deixou de capturá-las em sua poesia. Como um pêndulo, Baudelaire ia de um extremo a outro, sempre empregando muita força ao movimento. Isto lhe confere secreto significado, uma constelação peculiar em que, no homem, também se unem grandeza e paz interior. Isso governa a existência de Baudelaire. Ele a decifrou, chamando-a de ‘modernidade’. (BENJAMIN: 1994, p. 117-118). Baudelaire iguala as mulheres à sexualidade e as identifica com o problema do espaço urbano. O ponto de partida é a sua afirmação de que a mulher é o espaço da sexualidade. Nos seus escritos, as mulheres representam a perda da natureza, que surge como aspecto chave da modernização. A mulher andrógina, a lésbica, a prostituta, a mulher sem filhos, todas indicam novos temores e novas possibilidades, levantando questões, ainda que sem resposta, tais como a erotização da vida na metrópole. Era a vida nas grandes cidades que preocupava o poeta, e todas as personagens que aí se movimentavam mereciam sua atenção. A incursão da mulher no espaço da cidade só foi possível após o advento da revolução industrial e sua visibilidade colocou problemas tais como o exercício do poder masculino sobre os espaços públicos e privados. Para Walter Benjamin, Baudelaire não se coloca como advogado de tais personagens, mas a eles dá visibilidade. Seria absurdo supor que Baudelaire tenha alguma vez pensado em defender publicamente, com sua poesia, a mulher lésbica. Isto pode ser comprovado pelas propostas que ele fez ao seu advogado para sua defesa no processo contra as "Flores du Mal". (BENJAMIN: 1994, p. 117-118). Concordamos com Benjamin. Não era intenção de Baudelaire transformar sua poesia em panfleto, ele repudiava o uso da arte para mero fim político. Mas parece que este argumento jurídico, mencionado por Benjamin, não possui assim tanta força, já que este estratagema circunstancial de Baudelaire não desabona, repetimos, o facto de tal publicação, sobre amor homossexual, não deixar de ser por si uma intervenção na esfera do público. De resto, Baudelaire não foi e não será o último artista na história a abrir mão, em tal situação, de uma obra censurada. O poeta não só viveu com intensidade sua época, como também expôs sua fase mais perversa, aquela que segrega, não só as mulheres, mas todas as minorias e excluídos do mercado de produção de mercadorias.

permalink

LÉSBICAS FAMOSA  (FAMOSAS LÉSBICAS) escrito em sexta 26 fevereiro 2010 17:27

 

Muitas mulheres notórias já declararam publicamente seu amor por outras mulheres. Na semana passada, a atriz Lindsay Lohan contou, em sua página no Facebook, que está se convertendo ao judaísmo. A decisão é uma prova de amor para a namorada judia, a DJ Charlotte Ronson

 

permalink
|

Abrir a barra
Fechar a barra

Precisa estar conectado para enviar uma mensagem para soumeninamasgostodemeninas

Precisa estar conectado para adicionar soumeninamasgostodemeninas para os seus amigos

 
Criar um blog